Desde Março em todos os quiosques da Suíça
PORTUGAL, O SURPREENDENTE DESTINO TURÍSTICO DA EUROPA…

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Portugal é um país irresistível para quem quer passar umas férias inesquecíveis. Dispõe de sol quase todo o ano, gastronomia atrativa (e vinhos de eleição), modernidade, cultura (museus, monumentos, palácios, exposições espantosos), beleza natural (florestas, montanhas e praias, num quadro de autênticos cenários surpreendentes) e a hospitalidade de um Povo, sem limites. Deixamos-lhe aqui  uma pequena retrospetiva desta edição, a qual irá deixá-lo sem dúvidas quanto ao seu próximo destino de férias. Mas muitos mais temas interessantes encontrará no interior da SELETIVA, desde Março de 2019 em todos os quiosques da Suíça…

Eis alguns dos temas apresentados nesta edição:

 

1) GUIMARÃES: CIDADE VERDE DE CORAçÃO ABERTO AO MUNDO

Guimarães é considerada a Cidade-Berço de Portugal, situada na região Norte e província do Minho, a cerca de 50 quilómetros do aeroporto Francisco Sá Carneiro, no Porto. Nesta cidade é possível respirar História, viver Cultura, atrair-se pela Natureza, imbuir-se num espírito de tradição ou desfrutar de uma rica gastronomia. Tudo isto é possível numa visita obrigatória a Guimarães, a cidade onde “nasceu” Portugal. Foi a partir da Batalha de S. Mamede, em 24 de junho de 1128, que sucedeu a fundação da nacionalidade Portuguesa, culminando com o reconhecimento de D. Afonso Henriques como o primeiro Rei de Portugal.

Guimarães é o início de tudo, num país que se afirma como uma potência turística à escala mundial, e com uma caraterística enraizada na sua história e nas suas gentes…

2) PARQUE NACIONAL DA PENEDA-GERÊS (PNPG)

Criado em 1971, o Parque Nacional da Peneda-Gerês (PNPG) situa-se no noroeste de Portugal, em território dos concelhos de Melgaço, Arcos de Valdevez, Ponte da Barca, Terras de Bouro e Montalegre. Ocupa uma área de cerca de 70 000 hectares, na fronteira com parque natural espanhol Baixa Límia-Serra do Xurés, formando com este o Parque Transfronteiriço Gerês-Xurés e a Reserva da Biosfera Transfronteiriça Gerês-Xurés.

Desenvolve-se entre os planaltos de Castro Laboreiro (a oeste) e o da Mourela (a este), contendo serras notáveis como as da Peneda, Soajo, Amarela e Gerês. A sua situação geográfica, a diversidade dos relevos e os grandes desníveis de altitude, favoreceram no Parque Nacional da Peneda-Gerês uma enorme gama de microclimas e fomentaram a biodiversidade…

3) PALÁCIO DA BOLSA

Palácio da Bolsa, ou Palácio da Associação Comercial do Porto, em estilo neoclássico, começou a ser construído a 06 de Outubro de 1842, data solene de colocação da primeira pedra, devido ao encerramento da Casa da Bolsa do Comércio, obrigando os comerciantes portuenses a discutirem os seus negócios em pleno ar livre. Os seus mais de 170 anos de existência têm como origem a noite de 24 de Julho de 1832, durante o cerco do Porto, altura em que se dá um gigantesco incêndio no convento de S. Francisco, restando somente a atual igreja. Foi sobre estas ruínas do antigo convento de S. Francisco, doadas por D. Maria II, mediante expedição da carta de lei da concessão, datada de 19 de Junho de 1842, que os comerciantes construíram o Palácio da Bolsa para que nele se estabelecessem a praça ou bolsa do comércio e o tribunal de primeira instância…

4) MOSTEIRO DA BATALHA, UMA JOIA DO GÓTICO NO CENTRO DE PORTUGAL

A 2 km do lugar da Batalha, a 14 de Agosto de 1385, teve lugar um dos mais importantes confrontos da história de Portugal. Em Aljubarrota, o exército português, comandado por D. João I, derrotou um numeroso exército castelhano, garantindo, assim, a independência do reino de Portugal.

Cumprindo a promessa feita  a Nossa Senhora pelo rei português, de mandar construir um mosteiro em caso de vitória, iniciaram-se logo a seguir as obras de construção.

Por isso, desde o seu começo, o  Mosteiro permanece como um símbolo da independência de Portugal.

Em memória dessa nova dinastia de governantes, que marcou decisivamente a História de Portugal e que Camões apelidou de “Ínclita Geração”,  D. João I mandou também construir a magnífica Capela do Fundador, 1º Panteão Real. Aí foram sepultados o rei e sua esposa, a princesa inglesa Filipe de Lencastre, bem como os seus filhos, entre os quais o Infante D. Henrique, mais conhecido como Henrique O Navegador.

5) PALÁCIO NACIONAL DA AJUDA, UM PALÁCIO REAL EM LISBOA

Após o terramoto que assolou Lisboa em 1755, e consequente destruição do sumptuoso Paço da Ribeira,  D. José I (1714-1777) mandou erguer um novo Paço Real no alto da colina da Ajuda. Este edifício, construído em madeira para melhor resistir a abalos sísmicos, ficou conhecido por Paço de Madeira ou Real Barraca. O novo Paço, habitável desde 1761, veio a ser a residência da Corte durante cerca de três décadas. Porém, em 1794, no reinado de D. Maria I (1734-1816), um incêndio destruiu por completo esta habitação real e grande parte do seu valioso recheio…

praia Donana

6) LAGOS, EXEMPLO DE BELEZA NATURAL COM VISTA PARA O MAR

O Município de Lagos é um dos mais belos locais do Algarve. Zona de vivências ancestrais nela coexistem, lado a lado, a modernidade e a tradição, a contemporaneidade e o legado de um passado histórico assinalável. Lagos é uma experiência única e queremos partilhá-la consigo.  Pronto para a descoberta?…

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